
entre a clínica e o cinema, uma
TRAVESSIA
Paulo Júnior, Gabriel Oliveira, Diego Zanotti. Os três conheceram-se durante uma caminhada pelas veredas do grande sertão de Guimarães Rosa. […]
Os rapazes de Gerais da Pedra vão atrás de outro enigma – Diadorim. Visitam lugares, entrevistam pessoas. Resgatam a oralidade mineira, e roseana, que tanto me fascina. É um trabalho lindo.
— Luiz Carlos Merten, O Blog do Merten / Estadão, 2022.

“A disposição para ouvir histórias sempre esteve na minha vida. A psicologia clínica é uma forma de mergulhar com o outro em narrativas. Para mim, todas são grandes ficções. Mas de qual eu me aproprio?" questiona Diego, que se virou do avesso para encontrar as respostas.
Mauro Morais, A Era dos Avessos, Tribuna de Minas

Meu sonho, como jornalista de cinema – de cultura -, é agregar. Bia Lessa filmou a montagem dela de Grande Sertão, da qual nem gosto tanto. Bia cariocou a mineiridade de Rosa. Guel Arraes e Jorge Furtado transpuseram as veredas roseanas para uma comunidade do Rio. Gostaria tanto de juntar Paulo, Gabriel, Diego, Bia, Jorge e Guel. Que todos esses experimentos roseanos virassem uma coisa só para fazer de 2023, no Brasil de Lula, esse Brasil que haveremos de reconquistar, o grande ano de Guimarães Rosa no cinema brasileiro.
— Luiz Carlos Merten, O Blog do Merten / Estadão, 15 de dezembro de 2022.

No final de 2019, o documentarista juiz-forano Diego Zanotti resolveu partir para a Chapada Diamantina, no interior da Bahia, com uma câmera na mochila e sem uma ideia definida na cabeça. Quase dois anos depois, o resultado foi a série documental “Resto de mundo”, que entrou no catálogo do serviço de streaming Globoplay em setembro, além de ter estreado simultaneamente no canal Futura,
Julio Black, Caderno Dois, Tribuna de Minas

Meu melhor filme de longa-metragem é o Rosa — Gerais da Pedra.
— Luiz Carlos Merten, O Blog do Merten / Estadão, 2022.

Em um país que não conhece a si mesmo, e cujos empenhos em formatar essa construção ainda se confirmam frágeis, mesmo após tanto tempo ter se passado, uma investigação como a que Diego, Gabriel e Paulo assumem como compromisso não pode ser vista como leviana ou caprichosa, por mais que por vezes se veja obrigada a contornar becos fechados e caminhos sem saída. Afinal, o que reúnem são possibilidades, e não definições. Os caminhos seguem múltiplos. Algo tão válido ontem como hoje ou amanhã.
Robledo Milani, Papo de Cinema

Um mergulho pelo noroeste de Minas, região do livro Grande Sertão: Veredas, de João Guimarães Rosa, foi o que inspirou o documentarista Diego Zanotti em seus últimos projetos.
Marcela Paes / Sonia Racy , Olhar Brasileiro, Estadão

“São mulheres sertanejas e protagonistas de um mergulho pelas questões atuais de igualdade e diversidade de gênero na busca pela potência de ser mulher no mundo de hoje”, explica o cineasta, acrescentando que o trabalho [o filme Conversa Fiada] é fruto de dois anos de pesquisa respaldada pela parceria entre a Universidade Federal de Goiás (UFG) e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
Julio Black, Caderno Dois, Tribuna de Minas


a psicologia e o cinema como ferramentas de investigação humana
Percurso
Psicologia Clínica | Cinema Documental | Patrimônio Imaterial | Ecopsicologia | Pesquisa Acadêmica
Diego Zanotti é psicólogo clínico e cineasta documental. Sua obra se constrói como um dispositivo de escuta em movimento: atravessa mundos, histórias e paisagens para investigar como o humano se reorganiza no presente — entre solidão contemporânea, tecnologia, ancestralidade e memória. É um buscador de narrativas ancestrais e contemporâneas sobre o futuro da humanidade, a partir de projetos que desenvolvam encontros de culturas e subjetividades.
Premiado no Recife com o Troféu Kalunga de Melhor Direção e Melhor Direção de Fotografia pelo longa-metragem Gerais da Pedra, obra que dialoga com o universo de Grande Sertão: Veredas e a figura de Diadorim. Mais recentemente, teve sua trajetória reconhecida oficialmente pelo Governo de Minas Gerais, com a Premiação Raízes de Minas — Trajetórias Artísticas, Culturais e Tradicionais do Estado.
Diego é graduado em Psicologia (com diversas formações e especializações na área) e Mestre em Artes, Cultura e Linguagens - Cinema e Audiovisual pela UFJF/MG.
No cinema, desenvolve narrativas documentais e híbridas com forte ênfase na direção, fotografia, roteiro, pesquisa. Dirigiu a Série Resto de Mundo (1ª temporada, Globoplay/Canal Futura) e os documentários Conversa Fiada (Sesc TV e Prêmio CineBaru de incentivo 2018), e o longa As Últimas do Mundo (2022), premiado em 2º lugar na Mostra de Cinema de Ibitipoca, sobre o destino do mundo na visão dos povos das montanhas brancas da Serra do Ibitipoca.
Atua nos projetos Meu Cinema, Nosso Território e CineBaru, com ações contínuas de criação, formação e circulação audiovisual em territórios barranqueiros (MG, BA, GO).
clínica, narrativas e estética da escuta...
Trajetória e Atuação Clínica

Diego desenvolve uma prática clínica fundamentada na Análise Corporal Contemporânea, integrando vertentes da Psicologia Corporal, da Psicossomática e da Análise Reichiana, em diálogo constante com ciência, psicanálise e cultura.
Inspirada na tradição reichiana e desenvolvida por Genovino Ferri — psiquiatra e psicanalista italiano, expoente atual da psicoterapia corporal — essa abordagem compreende o corpo como um campo primordial de linguagem e organização psíquica. Diego formou-se diretamente com Ferri, mantém supervisões clínicas contínuas e integra o corpo de psicoterapeutas filiados ao IBAR (Instituto Brasileiro de Análise Reichiana – São Paulo), em parceria com o SIAR (Scuola Italiana di Analisi Reichiana), presidido por Ferri, sustentando um percurso permanente de estudo e aprofundamento.
Em paralelo, desenvolve investigações clínicas e autorais sobre vínculos contemporâneos, sexualidade, intimidades sintéticas e solidão, a partir de laboratórios de pesquisa que atravessam clínica, cinema e fotografia. Dessa produção resultam filmes, artigos e dossiês dedicados a compreender como o corpo, o desejo e o laço social vêm sendo reorganizados na contemporaneidade — e quais são os custos subjetivos desse tempo.
Com essas ferramentas, Diego também atua pelo país conduzindo grupos, vivências e mergulhos que articulam arte, narrativas e processos coletivos de tomada de consciência, criando espaços onde experiência estética, escuta e trabalho corporal se encontram como método de investigação e transformação.

Investigando subjetividades contemporâneas,
patrimônios imateriais e futuros possíveis.
A carreira de Diego Zanotti se estabelece na confluência entre cinema, psicologia e pesquisa cultural.
Documentarista, psicólogo transcultural e educador artístico-social, desenvolve projetos que transitam
entre a clínica e o audiovisual, explorando o corpo como território, a memória como arquivo vivo e
o cinema como ferramenta de escuta e transformação.
Sua trajetória reúne mais de 15 anos de atuação em produções audiovisuais, pesquisas acadêmicas
e projetos formativos voltados à preservação do patrimônio imaterial brasileiro e à saúde mental coletiva.
Atualmente, desenvolve outros dois filmes longa metragens documentais, com pesquisa de campo no Sertão do Cariri, Vale do Pajeú (PE) e Paraíba, além do Vale do Peruaçu e nas margens do São Francisco no norte de Minas Gerais. Também mantém projetos de formação e criação em território, como Meu Cinema, Nosso Território e Cinema Invisível.

Linhas de Atuação

Psicologia clínica
Atua na linha da análise corporal contemporânea, com foco em vínculos humanos, solidão contemporânea e subjetividades em tempos de aceleração digital. Sua prática clínica se articula com a pesquisa em ecopsicologia e transmissão intergeracional do trauma, explorando como corpo e cultura se entrelaçam na formação da subjetividade.

Cinema documental e memória cultural
Desenvolve investigações que unem o rigor do registro documental à sensibilidade poética, destacando a força das narrativas populares e a oralidade como patrimônio imaterial. Dirige e coordena projetos audiovisuais que colocam em diálogo psicologia, antropologia e cinema, sempre em busca de ampliar a escuta das vozes invisibilizadas.

Patrimônio imaterial e culturas do interior
Seu trabalho é fortemente enraizado nos territórios tradicionais do Norte e Noroeste de Minas Gerais, no Vale do Peruaçu e nas margens do Rio São Francisco, onde documenta quilombolas, povos indígenas, sertanejos e barranqueiros. Suas pesquisas valorizam a memória viva dessas comunidades e investigam as formas de transmissão cultural em tempos de crise ecológica e social.

Ecopsicologia e arqueofuturismo
Pesquisa intersecções entre ancestralidade e tecnologias emergentes, propondo reflexões sobre o futuro da humanidade e os impactos da modernidade nas subjetividades. Explora ainda as relações entre arte rupestre e inconsciente coletivo, trabalhando símbolos e imagens como caminhos de compreensão da experiência humana em longa duração.

Pesquisa e Formações Acadêmicas
Ao longo de sua trajetória, Diego Zanotti consolidou uma formação que articula psicologia, artes e cinema, estabelecendo um percurso acadêmico dedicado à investigação das subjetividades, da memória cultural e das linguagens audiovisuais.
Sua pesquisa sempre esteve voltada para a intersecção entre clínica e narrativa, explorando como corpo, cultura e paisagem se manifestam no cinema e como o audiovisual pode se tornar um dispositivo de escuta e transformação social.
Principais títulos e formações
Dissertação "Geopoéticas do espaço e da mobilidade: performances de trânsito nos filmes de Clarissa Campolina", explorando deslocamentos, autoria feminina e cinema documental.
ONGARO, Diego B Z. Geopoéticas do espaço e da mobilidade: performances de trânsito nos filmes de Clarissa Campolina. Dissertações (Mestrado em Artes, Cultura e Linguagens) – Instituto de Artes e Design, Universidade Federal de Juiz de Fora, Juiz de Fora, 2016.
RESUMO
O cinema, como ação de um transitar político no mundo, estampa nos nossos próprios corpos os efeitos de uma intensa mobilidade contemporânea. Mas o que, de fato, move o cinema? Sendo uma prática de espaços, o filme cria o seu próprio itinerário de passagem cuja emoção é o seu principal afeto de transporte - imagens e sujeitos mobilizam e são mobilizados pelo filme. Pautados nesse cinema de afetos, nos aliamos ao trabalho da diretora mineira Clarissa Campolina, a partir dos filmes O Porto, Trecho e Girimunho. Com eles propomos um itinerário especial em torno de questões sobre os espaços esvaziados pelo poder hegemônico, sobre o deslocamento errante e a força de um “movimento menor”. Reflexões que trazem à tona o deslocar como potência, como performance de trânsito nos espaços da tela e da vida que não cessam de apresentar novas configurações e conteúdos, que nos convidam a reconhecer as geopoéticas que redesenham, a todo momento, a nossa própria travessia no mundo.
Orientadoras:
Karla Holanda de Araúo
Rosane Preciosa Sequeira
Palavras-chave: Cinema; Espaço; Mobilidade; Geopoética; Afetos.
Leia na íntegra aquiMonografia Cine-grafias da Subjetividade: diálogos entre a Psicologia da Gestalt e o Cinema Documentário, inaugurando sua investigação entre psicologia e documentário.
RESUMO:ONGARO, Diego. Cine-grafias da Subjetividade: diálogos entre a psicologia da gestalt e o cinema. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Psicologia). Centro de Ensino Superior de Juiz de Fora, Juiz de Fora, 2009.
Este trabalho iniciou-se a partir da necessidade de ampliar as possibilidades reflexivas acerca do sujeito por meio da evidência de uma subjetividade “composta em cenas” através do Cinema Documentário e da teoria da Gestalt. É uma abordagem da subjetividade integrada em um dos componentes mais evidentes aos olhos humanos e ao mesmo tempo tão revelador: a imagem. Além disso, procurou-se analisar quais fatores este gênero específico do cinema, o Documentário, traz em sua linguagem que agregam com precisão a subjetividade na representação do Real. Esta reflexão, traduzida em um encontro entre o espectador e o filme, tornou um diálogo promotor de novas possibilidades de contato entre o saber psicológico e a arte cinematográfica produtora de sentidos. É, portanto, um trabalho baseado na evidência apurada de uma Cine-grafia da Subjetividade composta por expressões e comportamentos que se transformam num aparato cinematográfico fundamental e que possibilita a afirmação de que o Cinema permite ver muito mais que a presença de algo.
Palavras-chave: Psicologia da Imagem. Gestalt. Cinema. Documentário. Subjetividade.
O presente trabalho de conclusão de curso encontra-se publicado no capítulo “Na natureza, nada existe sozinho: conexões em silêncio na digitalização dos corpos”, integrante da obra Quatro visões + 1 sobre os vínculos humanos e artificiais (NEVES et al., 2024), apresentada ao Instituto Brasileiro de Análise Reichiana (IBAR) como Trabalho de Conclusão de Curso.
RESUMO
O artigo “Na natureza, nada existe sozinho: conexões em silêncio na digitalização dos corpos” propõe uma reflexão sobre a solidão contemporânea e as novas formas de vínculo humano diante da expansão tecnológica e da presença crescente da inteligência artificial. A partir da perspectiva da Análise Reichiana Contemporânea e de autores como Genovino Ferri, Sherry Turkle e Kate Darling, o estudo investiga os impactos da digitalização dos corpos e da comunicação mediada por máquinas na subjetividade e nas relações afetivas. Por meio de uma pesquisa de campo realizada em diferentes regiões do Brasil e do diálogo com narrativas populares, especialmente com o guia Getúlio, o texto constrói uma leitura poética e crítica sobre a substituição das relações vivas por conexões artificiais. A análise aponta que a ilusão de companhia proporcionada pela tecnologia acentua o isolamento e a perda do contato genuíno, propondo como alternativa o resgate da presença, da humildade e da biosfera como paradigmas relacionais. O artigo conclui que a reconexão entre corpo, natureza e alteridade é fundamental para restaurar o equilíbrio emocional e ético do humano em um mundo digitalizado.
Palavras-chave: solidão contemporânea; vínculos humanos; digitalização dos corpos; inteligência artificial; Análise Reichiana.
pelo Centro Reichiano (Curitiba). Publicações e pesquisas em andamento.
Espaço Somato - Rio de Janeiro. Direção: Fernando Acosta.
Publicações e pesquisas em andamento - veja mais na área de "Publicações".
Curso de Extensão (EAD) pela Universidade de São Paulo 2025 (USP), professor ministrante Moacyr Luiz Aizenstein.
Publicações, Pesquisas e Comunicações
veja abaixo algumas das principais publicações

LINHAS DE PESQUISA
1.
Psicologia
Corporal Contemporânea
estudo das dinâmicas relacionais e afetivas a partir do corpo como território e linguagem cultural.
2 .
Solidão contemporânea e subjetividade digital
investigação sobre o isolamento subjetivo e as formas de solidão mascarada nas redes tecnológicas e sociais.
3.
Memória ancestral e narrativas de futuro
estudo das oralidades, rituais e modos de vida dos povos tradicionais e suas visões de futuro frente à modernidade.
4.
Intimidades sintéticas e subjetividade artificial
análise da emergência das inteligências artificiais sociáveis e do impacto delas sobre o desejo, o afeto e o laço humano.
5.
Cinearqueopsicologia
articulação entre cinema, arqueologia e psicologia, explorando o inconsciente coletivo nas imagens rupestres, nas paisagens e nos corpos.
6.
Estética da escuta e processos criativos em arte documental
pesquisa sobre a escuta como potência ética, estética e epistemológica na criação audiovisual e clínica.

Premiações e reconhecimentos
O agente cultural tem uma trajetória consolidada e reconhecida, com ações que demonstram grande importância artística e social. Seu trabalho impacta significativamente a comunidade, promovendo inclusão, valorização da cultura e engajamento contínuo. Seu reconhecimento é evidente por meio de prêmios, parcerias ou ampla participação do público. O agente cultural tem uma atuação consolidada e contínua na transmissão de saberes, garantindo a difusão e a preservação da prática cultural para novas gerações. Seu trabalho é estruturado e impacta diretamente a formação de novos agentes culturais, promovendo um legado duradouro dentro da comunidade.
Parecer oficial - Premiação Raízes de Minas - Trajetórias Artísticas, Culturais e Tradicionais do Estado de Minas Gerais
Principais prêmios

Trechos de entrevistas
e críticas na mídia
"No final de 2019, o documentarista juiz-forano Diego Zanotti resolveu partir para a Chapada Diamantina, no interior da Bahia, com uma câmera na mochila e sem uma ideia definida na cabeça. Quase dois anos depois, o resultado foi a série documental ‘Resto de mundo’, que entrou no catálogo do serviço de streaming Globoplay em setembro...
- Julio Black, Tribuna de Minas
"Sempre gostei desse roteiro afetivo, feito no boca a boca. Queria conhecer a região e a população local, além dos seus mitos de origem e fim do mundo’, conta Diego Zanotti"
Julio Black, Tribuna de Minas
“Diego Zanotti, Gabriel de Oliveira e Paulo Junior são os responsáveis por esse trabalho que percorre o interior mineiro na tentativa de ouvir as pessoas dessas regiões e permitir que essas, enfim, tenham suas vozes difundidas por elas mesmas.”
Robledo Milani, Papo de Cinema




"É como se Zanotti, Oliveira e Junior tivessem, com humildade, também se posicionado em uma perspectiva do que faria Rosa caso voltasse àquela região, e encontrasse aquelas pessoas de hoje. Gerais da Pedra ainda estabelece a melhor dinâmica possível a qualquer filme: ele cresce a cada nova cena. O filme parte de um ponto X, e nunca retrocede em interesse, em construção imagética ou campo de discussão social-narrativa; tudo avança e se comunica cada vez mais.
Francisco Carbone, Cenas de Cinema
“O que Gerais da Pedra faz é expandir e misturar ainda mais essa geografia imaginada. … “O moderno remodelar de gêneros modifica o alcance e perspectivas de leitura da obra?”
“O filme começa pelo fim, e foi dessa forma que realizamos as gravações … Para mim, algo é claro: na história, Diadorim ‘nasce’ na morte … O que Gerais da Pedra faz é expandir e misturar ainda mais essa geografia imaginada. Fica marcada mais uma geopoética do que um discurso puro e degradado.”
Correio Brasiliense,
"A paixão de Zanotti pelo cinema começou durante seus estudos de psicologia, onde ele se fascinou em usar o meio para explorar a realidade e as histórias humanas."
Entrevista à Radio Cidade, programa Na Frequência

Entre o que se sente e o que ainda não tem nome.
A psicoterapia é o lugar onde o sintoma ganha sentido e o corpo volta a participar da história. Aqui, o trabalho acontece no ritmo de cada pessoa, com escuta atenta e abordagem corporal contemporânea.
Mais do que tratar uma dor, trata-se de restabelecer o vínculo com o que há de vivo em si.






























































