o laboratório

Estamos conectados. Isso é fato. A internet não só gera uma experiência substancial dessa realidade integrada como também nos impele a vivenciar na prática uma vida em rede. A desconexão começa a deixar de existir. Mesmo quando escolhemos desligar nossos sistemas, ainda vemos a infinidade de fatores que nos influenciam nesse “todo”, hora caótico, hora harmônico. Estar ou não conectado no mundo de hoje já não é mais uma questão, parece ser uma condição.

 

O que vale é permanecer na observação de como podemos integrar um mundo inteiro de conexões dentro de nós, como sustentar essa rede global no meu próprio corpo, nos meus próprios atos e na minha experiência singular de reinvenção do mundo a cada dia. Precisamos cuidar para não perdermos a visão periférica da vida.

 

Foi pensando nisso que me coloquei em cheque (por vezes em “choque”) numa transformação drástica de realidade para uma nova cartela de experiências até então ocultas de minha visão de vida por demais focada e entediante naquela época. Eu mal sabia que isso tudo fundaria um estilo dinâmico de vida e de trabalho, encaixado no que eu acredito e busco.  Foi nesse momento que o Laboratório de Experiência começou a surgir. Três anos experimentando intensamente as mais variadas culturas, vivências, rituais, terapêuticas e trabalhos que hoje somam-se como ferramentas desse Laboratório.

quais opções eu tenho?

Atualmente ele possui quatro modalidades básicas, mas todas apresentam as mesmas qualidades de escuta e percepção além de serem pautadas pelas mesmas ferramentas de aprofundamento. O que difere são os arranjos e as configurações para se chegar no “produto” ou objetivo final ou assumir o teor contínuo de algum processo.

conheça: