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Serra da Mantiqueira -MG,
02 de setembro de 2017

Comunna Metamorfose
Itapeva – MG

POR UM FIO

exposição

ela estava vazia. um corpo nu por vezes parece completo pela pele, mas a ilusão fica toda lá dentro. as vezes parece ser a pele o invólucro que aprisiona as ilusões. o corpo nada sem nada, dá voltas até não parar. dessassocia. desassossega. e em cada passo novo, distinguir um pouco mais o que é real da ficção que escolhi contar sobre mim mesmo e a distorção que escolhi olhar sob meus próprios olhos nesse meu próprio corpo. A resposta da pele para os processos de troca entre o que é meu e o que é do mundo define minha existência. Qual história quero contar? Entre poros e contos, des-cubro o corpo da minha ficção.

obrigado, Isabela Guerra, pela destreza de criar sons pelos pêlos.

Isabela é musicista…. pararara….. entrevista:

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